Reciclar, arrumar, organizar…

Bom, estive sem net, por isso alguns notaram a minha falta. Obrigada pelos e-mails, mas está tudo bem. :) Quando as coisas se ajustarem totalmente, volto a postar com regularidade. Mas, qualquer coisa, continuem mandando e-mails, ADORO.

Estou aproveitando o tempo para ir a pscina de manhã e de tarde com meu filho, e malhando na hora que ele ta no colégio também! Horas aproveitadas, nada de disperdiçar mais o meu tempo!

:P

 

Eu ia falar para deixarem comentários, mas ninguém comenta mesmo. Embora meu status de visitantes no dia 22 de outubro tenha constado 50 visitas em 12 horas, mas enfim… rs

 

;)

 

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Tive bastante tempo para arrumar minhas coisas, que o vício diário não me deixava. Arumei meu armário, fiz aquela faxina esperta no meu quarto, e orgnizei a bagunça que tava no meu PC.

Tive algumas pequenas surpressas. Fotos que eu nem me lembrava que existiam. Fotos minhas quando estava grávida, fotos adolescente, criança, bebê. Fotos atuais que tinham se perdido aqui na zona. Textos inacabados, e outros que eu nem me lembrava que tinha escrito. Enfim…

Bom me livrar de pesos mortos, coisas que não nos servem mais, e colocar as coisas em seus devido lugar.

Ja pensou em fazer isso?! Organizar as suas coisas, resolver assuntos pendentes?! Eu tava precisando seriamente.

Detalhe básico: Tô na TPM. Não estou no meu estado normal. Nada devastador, só estou digamos que do avesso.

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Sábado eu saí. A volta para casa foi mais cedo do que eu imaginava, e incrivelmente divertida.

Por fim, descobri que eu definitivamente não tenho a menor paciência para festinhas. Não pelas pessoas, nem nada, mas eu não tenho saco para ficar zanzando de um lado para o outro, e muito cheio, e muito calor, e o meu humor ta nojento. Porém, não retiro nada do que eu disse.

Sou muito mais sentar em um buteco ou pub com meus amigos, ou em casa memso. É tão mais divertido. Tão menos cansativo, mais barato… Tô velha!

Aliás, isso de estar “velha” e sem paciência para pessoas no msn, orkut, e afins. Se me perturba mais do que a minha conta, eu coloco um bloqueio e deleto, sem dó nem piedado. CHEGA! Tava na hora ja de não aceitar esses blá blá blá de conto da carochinha, ne?! Tolerância ZERO!

Bom, quando eu cheguei na tal festa, estava tocando (para minha desgraça) Ohne Dich, uma música que eu não suporto  da Rammatein. Como, na minha humilde opinião, a unica coisa boa de sábado foi o show da banda cover da Rammstein, cujo o nome eu infelizmente não me lembro, vou colocar aqui o video da primeira música deles que eu ouvi, e foi paixão a primeira ouvida, para hoje ser uma das bandas que eu mais gosto!

Rammstein – Du Hast

“Du
Du hast
Du hast mich

Du
Du hast
Du hast mich

Du
Du hast
Du hast mich

Du
Du hast
Du hast mich

Du
Du hast
Du hast mich
Du hast mich
Du hast mich gefragt
Du hast mich gefragt
Du hast mich gefragt und ich hab nichts gesagt

Willst du bis der Tod euch scheidet
Treu ihr sein für alle Tage…?

(Ja)
Nein
(Ja)
Nein

Willst du bis der Tod euch scheidet
Treu ihr sein für alle Tage…?

(Ja)
Nein
(Ja)
Nein…”

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Aproveitando pra ler alguns livros que eu “relapsamente” tinha abandonado! Mas estou mesmo é querendo ler algo que mude a minha vida! Mas isso é assunto para o próximo Post!  ;*

 

 

 

:D

Imensa.

Hoje me sinto com uma vontade absurda de mudar o mundo. (rá)

Não sei, mas acho que me tornei fria demais pra algumas coisas. Mais facil eu chorar vendo um comercial na TV do que com alguma coisa relativamente ruim que aconteceu.

Quando  disse que  sinto uma vontade absurda de mudar o mundo, acho que me referi ao meu mundo, e o mundo das pessoas importantes pra mim. Faço o que posso, e o que não posso, tenho idéias, que não são milagrosas, mas às vezes, servem pra alguma coisa. Acho, que o grande problema é dar o start, o primeiro passo.

Eu penso todo dia que eu preciso escrever, voltar a colocar “no papel”, escrever na hora umas idéias que vem na ponta da língua do meu cérebro, mas ai… eu esqueço!

Sabe aquela historia de ‘eu não sei o que quero, mas sei muito bem o que eu não quero’ ? Pois é… Eu quero muitas coisas ao memso tempo, que chega uma hora que eu não fiz e nem faço nada do que eu queria.

Não tenho vocação para comissária de bordo, mas acho que mesmo tendo um filho, não finquei raízes. Sinto necessidade constante de viajar, só eu e eu. Adoro a minha solidão, tão sonora como só ela sabe ser, e silenciosa quando tem que ser. Gosto de ter que me virar sozinha, de conhecer novos lugares, novas pessoas.

Tenho vontade de fotografar o mundo, me surpreender com o meu olhar sobre a pespectiva ansiosa de alguém que quer ver tudo, tocar o mundo, sentir o gosto que ele tem, e o cheiro de cada lugar.

Eu nasci aqui. Dei a luz aqui. Tenho família aqui. Mas não pertenço a nada, nem a lugar nenhum. Não gosto de me sentir presa, mas são as condições atuais. Preciso ver crescer a única coisa de bom que eu tenho certeza que eu fiz.

Sei que a hora de ir um dia vai chegar, e talvez eu tenha companhia, talvez não, por enquanto gosto de não estar só. Quero que dure. Entende?! Coisa nova isso de durar pra mim…

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Comecei a escrever ouvindo Zero 7, uma banda que conheci ano passado (depois falo sobre ela). Mas ai, me lembrei que tem uns meses (o_O) sim, meses, que eu to querendo parar pra ouvir Los Hrmanos, e outras bandas que eu não conseguia ouvir ha um tempo. Coloquei “O bloco do eu sozinho” pra tocar…

Fico impressionada quando ouço as minhas vontades e elas me dizem coisas que eu não queria ouvir, e não queria ver. Estou querendo parar pra ouvir esse album de novo, ha dias. Não consigo nem escolher nenhuma música… droga!

Bom, como eu tinha que escolher uma, optei por não escolher uma clichê. Tem muitas músicas fodas nesse álbum:

Los Hermanos – Todo carnaval tem seu fim

Todo dia um ninguém josé acorda já deitado
Todo dia ainda de pé o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer
Pra ver deitar o novo

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda Bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
E é o fim, e é o fim

Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz

Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul
Pra que mudar?

Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz

-

“Porque perder tempo aprendendo, quando a ignorancia é instantânea?” (Calvin)

‘euteamo’ e Suas Estréias

Eu realmente adoro me surpreender. Obviamente, que eu gosto de me surpreender com coisas boas.

Essa semana, uma pessoa muito querida, me mostrou o site da Elisa Lucinda. Antes de ter total ciência de quem era, ouvi algumas faixas de dois álbuns dela e percebi que aquela voz me era muito familiar. Fiquei apaixonada.

Hoje, voltei a procurar enlouquecida pelo site no historico do meu navegador. Quando fui procurar pelos textos, e quando coloquei no google, vi quem era de fato. Eu ja gostava do trabalho dela antes, agora então, gosto MUITO MAIS. Trabalho fantástico.

Site da Elisa Lucinda: http://www.escolalucinda.com.br/

‘euteamo’ e Suas Estréias

Te amo mais uma vez esta noite
talvez nunca tenha cometido ‘euteamo’
assim tantas seguidas vezes, mal cabendo no fato
e no parco dos dias.
Não importo, importa é a alegria límpida
de poder deslocar o ‘Eu te amo’
de um único definitivo dia
que parece bastá-lo como juramento
e cuja repetição parece maculá-lo ou duvidá-lo…
Qual nada!
Pois que o euteamo é da dinâmica dos dias
É do melhoramento do amor
É do avanço dele
É verbo de consistência
É conjugação de alquimia
É do departamento das coisas eternas
que se repetem variadas e iguais todos os dias
na fartura das rotações e seus relógios de colmeias
no ciclo das noites e na eternidade das estréias:
O sol se aurora e se põe
com exuberância comum e com novidade diária
e aí dizemos em espanto bom: Que dia lindo!
E é! Porque só aquele dia lindo
é lindo como aquele.
Nossa sede, por mais primitiva,
é sempre uma
Uma loucura da falta inédita
até o paraíso da água nova
no deserto da nova goela.
Ela, a água,
a transparente obviedade que
habita nosso corpo
e nos exige reposição cujo modo
é o prazer.
Vê: tudo em nós comemora
o novo milenar de si
todas as horas:
Comer é novidade
Dormir é novidade
Doer é novidade
Sorrir é novidade
Banhar-se é novidade
Transar é novidade
Beijar é novidade
Maravilhosa repetitiva verdade que se
expõe em cachos a nosso dispor
variando em sabor e temor e glória
Por isso euteamo agora
como nunca antes
Porque quando euteamei ontem
Euteamava naquele tempo
e sou hoje o gerúndio
daquela disposição de verbo
Euteamo hoje com você dentro
embora sem você perto
euteamo em viagem
portanto em viragem
diferente da que quando
estava perto.
Meu certo é alto, forte
Euteamo como nunca amei
você longe, meu continente, meu rei
Euteamo quantas vezes for sentido
e só nesse motivo é que te amarei.

Ouça aqui: [  http://www.escolalucinda.com.br/downloads/06%20%27euteamo%27%20e%20suas%20estr%E9ias.wma ]

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Ainda hoje, ou ontem, tive o prazer de ouvir uma cantora que, infelizmente, muita gente não conhece, mas que eu acho um encanto. Céu. Recomendo. A voz dela é linda demais.

Céu – Bobagem

Minha beleza não é efêmera
Como o que eu vejo
Em bancas por aí
Minha natureza
É mais que estampa
É um belo samba
Que ainda está por vir…

Bobagem pouca
Besteira
Recíproca nula
A gente espera
Mero incidente
Corriqueiro
Ser mulher
A vida inteira…

Minha beleza
Não é efêmera
Como o que eu vejo
Em bancas por aí
Minha natureza
É mais que estampa
É um belo samba
Que ainda está por vir
É um belo samba
Que ainda está por vir
É um belo samba
Que ainda está por vir…

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:P

Em seu lugar

Hoje o dia foi agitado, fiquei feliz. Visitar inesperadas, passeio e brincadeiras, momentos unicos, que cada vez mais me convencem do quão puras são as coisas simples da vida, que a gente não dá o menor valor.

Chegando em casa, fui assistir “Em seu lugar” ( In her shoes ). Não vou saber explicar como o filme mexeu comigo, quem ja assistiu talvez entenda, ou não. O fato é que, me identifiquei muito, não só com alguns pontos do filme, mas como alguns outros pontos da história.

Em especial, chorei em duas partes do filme, ambas em que uma das personagens recita dois poemas. O primeiro poema é “Uma Arte” de Elizabeth Bishop, e o segundo poema, no fim do filme é ” Eu levo o seu coração comigo” de E. E. Cummings.

Recomendo o filme. Recomendo os poemas e os autores. Recomendo ainda mais, que tirem lições de todo filme, poema ou música que de alguma forma toque você.

Bom, vou colocar aqui por poemas:

-

Uma ArteElizabeth Bishop

Tradução de Horácio Costa  

A arte de perder não tarda aprender;
tantas coisas parecem feitas com o molde
da perda que o perdê-las não traz desastre.

Perca algo a cada dia. Aceita o susto
de perder chaves, e a hora passada embalde.
A arte de perder não tarda aprender.

Pratica perder mais rápido mil coisas mais:
lugares, nomes, onde pensaste de férias
ir. Nenhuma perda trará desastre.

Perdi o relógio de minha mãe. A última,
ou a penúltima, de minhas casas queridas
foi-se. Não tarda aprender, a arte de perder.

Perdi duas cidades, eram deliciosas. E,
pior, alguns reinos que tive, dois rios, um
continente. Sinto sua falta, nenhum desastre.

- Mesmo perder-te a ti (a voz que ria, um ente
amado), mentir não posso. É evidente:
a arte de perder muito não tarda aprender,
embora a perda – escreva tudo! – lembre desastre.

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Eu Levo o Seu Coração Comigo -   E. E. Cummings

Tradução Regina Werneck

Eu levo o seu coração comigo (eu o levo no
meu coração) eu nunca estou sem ele (a qualquer lugar
que eu vá, meu bem, e o que que quer que seja feito
por mim somente é o que você faria, minha querida)

  

tenho medo

 

que a minha minha sina (pois você é a minha sina, minha doçura) eu não quero
nenhum mundo (pois bonita você é meu mundo, minha verdade)
e é você que é o que quer que seja o que a lua signifique
e você é qualquer coisa que um sol vai sempre cantar

aqui está o mais profundo segredo que ninguém sabe
(aqui é a raiz da raiz e o botão do botão
e o céu do céu de uma árvore chamada vida, que cresce
mais alto do que a alma possa esperar ou a mente possa esconder)
e isso é a maravilha que está mantendo as estrelas distantes

eu levo o seu coração (eu o levo no meu coração)

————



 

Imagine você. Tente colocar ondem, onde a desordem impera. Tente colocar um ponto final, onde só existem reticências. Veja sanidade, onde a graça vem da loucura, onde o som vem do vazio, e o silêncio está docemente combinado ao caos. É apenas o cheiro doce e seco do perfume de flores, e a beleza do cabelo que cai pelo ombro sem pentear. Onde os olhos são mais desiguais que nem Delírio ou Deleite entenderia. Apenas ela, bela, com postura de menina, sem modos, sem pudor, sorriso malicioso escondido atras de um balançar de cabeça gracioso. É a música. Só a música. Com a rotina, que a cada dia, conquista mais. São traços, deixados, esquecidos. Ainda tímidos, grosseiros. Palavras, dela. Por ela. E para ela. Por mim.

Nosso lado, lado meu…

Você está feliz com o seu lado? Digo mais, você está realmente feliz com quem esta ao seu lado? Está satisfeito com quem esta ao seu redor? Lado não é só aquele literal, onde nós podemos medir, ver, sentir. Às vezes nosso lado tá ali, mas a gente nem percebe. Da mesma forma, a gente se engana com o que achamos que é o nosso lado.

Lado é algo muito pessoal. Lado é algo muito íntimo. Se você algum dia sentir falta de possuir um lado, pare e se dê conta de que todos temos um lado, oculto ou não, ele está sempre lá, talvez só seja necessário abrir olhar com mais precisão, ou apenas, sentir. O lado não se expôe, preserve, de valor, cuide, apenas preste atenção, se de ao trabalho, se de isso de presente.

A gente se engana tanto, da valores a coisas, situações e acontecimentos errados, que quando coisas “certas” acontecem, é extremamente normal que a gente não queia agreditar que aquilo é real.  Antes, eu não conseguia ouvir uma música que me lembrava algo ruim. Hoje, eu ponho a mesma musica no repeat, e dou risada da minha memória.

O mais surreal, é descobrir que “falta algo”, e achar que o mundo vai acabar. Parar, pensar um pouco e chegar a conclusão que, o que falta é algo que não faz a menor falta, que era algo que eu estava acostumada, talvez até no comodismo de sentir. Ninguém precisa sofrer pra se sentir completo, pode ate ser algo esporádico, uma visitinha indesejável e inconveniente, mas jamais algo constante. É apenas dizer um total adeus ao desnecessário.

Só ainda não consegui descobrir que ha um senso comum a respeito do que é certo, errado, real, irreal, surreal, liberdade, lado e por ai vai… Na verdade, não faço a menor questão de saber o senso comum…

Observe melhor as quinas onde você esbarra, ou os cantos obscuros onde a “vassoura” nao alcança. Existem certas coisas que a gente faz questao de nao perceber, por pura ignorancia. Dê mais valor ao seu 6º sentido, ele pode (ou não) ter razão.

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Teoria dos lados – Menino Maluquinho

“Todo lado tem seu lado
Eu sou o meu próprio lado
E posso viver ao lado
Do seu lado, que era meu.”

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Eu hoje passei a noite quase inteira ouvindo o último albúm do Depeche Mode, Sounds of the Universe. Cada vez mais eu me apaixono por essa banda. Muito bom mesmo.
Para ilustrar os ouvidos, a primeira música que eu ouvi desse álbum novo.
Enjoy!
Depeche Mode – Wrong

I was born with the wrong sign
In the wrong house
With the wrong ascendancy
I took the wrong road
That led to the wrong tendencies
I was in the wrong place at the wrong time
For the wrong reason and the wrong rhyme
On the wrong day of the wrong week
I used the wrong method with the wrong technique
Wrong
Wrong

There’s something wrong with me chemically
Something wrong with me inherently
The wrong mix in the wrong genes
I reached the wrong ends by the wrong means
It was the wrong plan
In the wrong hands
With the wrong theory for the wrong man
The wrong eyes, on the wrong prize
The wrong questions with the wrong replies
Wrong
Wrong

I was marching to the wrong drum
With the wrong scum
Pissing out the wrong energy
Using all the wrong lines
And the wrong signs
With the wrong intensity
I was on the wrong page of the wrong book
With the wrong rendition of the wrong hook
With the wrong moon, every wrong night
With the wrong tune playing till it sounded right yeah
Wrong
Wrong

Too long
Wrong

I was born with the wrong sign
In the wrong house
With the wrong ascendancy
I took the wrong road
That led to the wrong tendencies
I was in the wrong place at the wrong time
For the wrong reason and the wrong rhyme
On the wrong day of the wrong week
I used the wrong method with the wrong technique

Wrong
-
-
PS: Preciso aprender a ser mais objetiva, URGENTE!


Olá Sra Obviedade

Seja Bem Vinda de volta! Demorou um pouquinho pra chegar, na verdade, tá bem atrasadinha, mas Antes tarde, do que nunca.

-

Algumas coisas estão ficando tão claras, tão óbvias, que depois de me sentir meio perdida, me descobri incrivelmente feliz de estar como eu estou. Como eu estou?! FELIZ! As últimas notícias, novidades, acontecimentos e sensações, me fizeram parar, refletir e descobrir que eu tô muito bem, muito bem MESMO, e eu quero que todos, não só vejam essa felicidade, como estejam tão felizes quanto eu estou. Acho que, pela primeira vez na minha vida, eu sei o real significado da palavra reciprocidade. A questão, não é só entender, mas sim, sentir, nao achar que ta sentindo, entende a diferença?! Ter certeza, confirmação, sem (ou com) demonstração. Tá na cara, sem medo, e só isso.

Eu tinha escrito um super texto, muito bobo, sobre a Sra Obviedade, e suas amigas, mas, um dia, mas para frente, eu posto!

-

Mas, nesse momento, feliz e contente que eu me encontro, onde eu não tenho muita coisa a dizer, o que me resta é a doce palavra:

supercalifragilisticexpialidocious

E se enganou, quem pensou que eu ia colocaro video da Mary Poppins, embora eu seja louca pelo filme.

Música de hoje?!

Lovage – Stroker Ace

Monsieur dan
Can i come with you
As you both look awfully kind

Sadly he and me are through
Let me tell you what i’ve got in mind
I’ll sing to you my mewing charm
Looks like you both could use a pet
And purr my purr all night long
I think a pussy’s your best bet

Stroke that shiny coat
Stroking is the antidote
Stroke that, it’s a start
Only for the wild at heart
Stroke that shiny coat
Stroking is the antidote
Stroke that shiny coat
Stroking’s what it’s all about

My tail alone could tell you tales
It’s got a life all of its own
Watch it move just like a sail
Sail you to the twilight zone
I love to lap a spot cream
And i assure you that i’m neat
But you never know what you can expect
When the pussy is in heat

Stroke that shiny coat
Stroking is the antidote
Stroke that, it’s a start
Only for the wild at heart
Stroke that shiny coat
Stroking is the antidote
Stroke that shiny coat
Stoking’s what it’s all about

I like to watch, if you don’t mind
Every sphinx knows how to pass the time
Your little love nest suits me well
Let me show you how to cast a spell

Stroke that shiny coat
Stroking is the antidote
Stroke that it’s a start
Only for the wild at heart
Stroke that shiny coat
Stroking is the antidote
Stroke that shiny coat
Stroking’s what it’s all about

-

Tão bom ouvir isso….

La Vie en Rose

Há uns anos atrás, eu ganehi um livrinho chamado “A VIDA É BELA” ( La Vie en Rose – Dominique Glocheoux). Ele funciona mais ou menos como um “Minuto de Sabedoria”, ou você pode simplesmente ler os números em ordem, tanto faz. Não me lembro quem me deu, e não tem dedicatória, provavelmente foi minha mãe que ganhou de alguém e de alguma forma veio parar na minha mão, ou eu comprei, não faz muita diferença na realidade. Só que se tornou importante à partir do momento que ele não me pertence mais.

Muitas frases, sugestões, coisas que tem escrito, fazem muito sentido, outras, nao tem sentido algum. Se eu fosse parar para comentar cada número que me interessa aqui, eu não acabaria hoje.

O livrinho é aparentemente bobo, ingênuo, e talvez seja muito piegas, mas, e daí?! Porque eu estou me preocupando em falar de um livrimho, que não foi escrito por nenhum dos meus autores favoritos, ou qualquer que seja o motivo, não seria totalmente justificável (se é que há alguma coisa a se justificar).

O fato é que eu li, fiz umas anotações e uma frase na orelha do livro, e outra na introdução, por mais clichês, me fizeram parar pra pensar, obviamente pensei na vida, no universo e tudo mais…rs

Algumas coisas, não deveriam sair de dentro da gaveta do esquecimento, sabe?! Na verdade me dei conta que enterrei meus mortos, embora eles estejam bem vivos. Só que, mais do que nunca, to vivendo o hoje. Mas, como assim, todo mundo vive o hoje… Não, na verdade, muitas pessoas vivem de passado, ou almejando um futuro perfeito e bla bla bla. Não tem como viver e não pensar no que ja foi, ou no que ainda esta por vir, mas to focando meus pensamentos um dia de cada vez, sem andar pra trás nem atropelar o que ta na frente.

Aí você pensa também na quantidade de pessoas que você ja conheceu, e que provavelmente não verá nunca mais, foram importantes, naquele momento, mas passaram, como um vento ou apenas uma leve brisa. Acontece com as outras pessoas também, elas se lembram da gente, de como fomos importantes, mas nós passamos. Fazemos promessas de amizade eterna, e por fim… bom, é o fim, ou o encerramento de um ciclo importante. Algumas pessoas vão e vem, quando a gente menos espera, outras, seguem a vida, e quando possivelmente nos esbarramos na rua, nem lembramos dos traços de alguém que ja foi íntimo, parceiro de risadas, confidências, lágrimas, coisas da vida…

Você começa a se perguntar o poque das pessoas serem tão descartáveis, e tão passageiras e… Ah, a vida passa, a gente cresce, uns amadurecem, outros não, algumas pessoas mudam, outras continuam as mesmas. Inevitável..

O que eu quis dizer, é que nos tornamos lembranças na vida das pessoas e consequentemente, as pessoas na nossa vida, só para sentirmos saudades “daquele tempo”, ou lembrar de coisas boas e ruins que aquela pessoa nos proporcionou, enfim…

Estou feliz demais com os últimos acontecimentos da minha vida. Dando um passo de cada vez, acreditando mais e mais que eu posso tudo aquilo que eu quero se eu desejar com muita força, e sei que não estou sozinha, sei que as pessoas que me amam, junto comigo, não vão deixar mais eu desistir… Na verdade, eu só tenho que agradecer! \o/

————-

Eu nao sei o motivo, mas quando comecei a escrever esse post, essa música não saiu do meu pensamento. Um dos filmes mais lindos que eu ja assisti.

Nota “mental”: Pegar de volta o DVD do filme!

The Beatles – Strawberry Fields Forever

Let me take you down
Cause I’m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever

Living is easy with eyes closed
Misunderstanding all you see
It’s getting hard to be someone
But it all works out
It doesn’t matter much to me

Let me take you down
Cause I’m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever

No one I think is in my tree
I mean it must be high or low
That is you can’t you know tune in
But it’s all right
That is I think it’s not too bad

Let me take you down
Cause I’m going to
Strawberry Fields
Nothing is real

And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever

Always, no, sometimes, think it’s me
But you know I know when it’s a dream
I think, er, no I mean, er, yes
But it’s all so wrong
That is I think I disagree

Let me take you down
Cause I’m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever
Strawberry Fields forever
Strawberry Fields forever

(I buried Paul!)

————-

Ah, as duas frases que eu deixei de citar lá em cima:

“Indispensável para quem quer ver a vidapelo lado do sorriso.” (Vital Magazina)

“A felicidade vai em direção aos que sabem rir.” (Provérbio Japonês)

Do desejo…

” Se te pertenço, separo-me de mim.

Perco meu passo nos caminhos de terra

E de Dionísio sigo a carne, a ebriedade.

Se te pertenço perco a luz e o nome

E a nitidez do olhar de todos os começos.

O que me parecia um desenho no eterno

Se te pertenço é um acorde ilusório no silêncio.

E por isso, por perder o mundo

Separo-me de mim. Pelo absurdo.

————-

Nessas férias, muito paradoxais, eu conheci uma mulher, menina, menina-mulher, com um dos sorrisos mais doces e lindos que eu ja vi. Trocamos confidências chorosas, quando mal nos conheciamos, compartilhamos do problema uma da outra, e no fim das contas, quem saiu ganhando, fui eu.

Quando nos despedimos, ganhei dela o livro DO DESEJO de Hilda Hislst de presente. Surpreendente como cada momento desde que a conheci. Obrigada Pequenininha, você fez do turbilhão, um momento menos doloroso enquanto se preocupada comigo, e ria das minhas piadas sobre a minha falta de sorte. Coisas que acontecem, não é?!

Pra minha felicidade, a pequenininha também gosta de The Gathering, e a música que eu vou colocar hoje, é linda e diz muita coisa, mas são coisas que ja não importam mais.

The Gathering – Saturnine

“The day you went away
You had to screw me over
I guess you didn’t know
All the stuff you left me with
Is way too much to handle
But I guess you don’t care

You don’t need to preach
You don’t have to love me all the time

Whatever on earth possessed you
To make this bold decision
I guess you don’t need me
While whispering those words
I cried like a baby
Hoping you would care

You don’t need to preach
you don’t have to love me all the time
You don’t have to preach all the time

You don’t need all the time
You don’t need

You don’t need to preach
You don’t have to love me all the time
You don’t need to preach
You don’t have to love me all the time
You don’t need to preach
You don’t have to love me all the time
You don’t have to preach all the time”



————-

:)

Na Gaveta

Os dias têm sido relativamente comuns após a minha volta, tudo normal, nada de bom acontece. Tudo volta a ser “o de sempre”. Porém, hoje ao arrumar algumas coisas ainda pendentes pelo quarto, fui organizar algumas coisas quando esbarrei nas únicas coisas que eu mão deveria ter esbarrado, ou deveria, não sei ao certo. Presentes, livros, cartas, cartões postais, fotos, um pingüim de pelúcia com cheiro de alfazema e palavras soltas por toda parte que faziam todo sentido do mundo antes, e agora, mesmo eu sabendo que não é totalmente verdade e é apenas drama pessoal, só fazem sentido para mim.

Dedicatórias, promessas de amizade, palavras de amor, união, pedidos. Na primeira de todas as cartas, um final surpreendente, um aviso, quase um “me espera”, estou chegando.

Já recebeu uma estranha carta?

Fiz a coisa menos inteligente que eu poderia. Parei a reli tudo, trancada no banheiro, sentada no chão, encostada na pia. Tentei ser silenciosa. Chegou um momento em que não deu mais, fui vencida pela minha própria respiração. Ficava olhando para o branco do papel, de longe e com os olhos profundamente embaçados, tive nítida impressão de que as letras se achatavam e logo em seguida sumiam junto com o transbordar por entre os cílios. Olho para o lado e vejo os envelopes laranja, a pilha de livros e a caixinha estampada com pimentinhas. Posso sentir o cheiro invadindo meu quarto, e minhas narinas úmidas, agora é um cheiro dolorido de lembrança.

Feliz dia de hoje…

O mais assustador de tudo, é ter me tornado o medo que não era meu. Tornei-me uma lembrança, alguém para talvez sentir saudade esporadicamente, apenas alguém que passou. Logo eu, que há muito tempo não deixava o caos da melancolia penetrar profundamente pelo meu escudo de sorrisos e gargalhadas sonoras, me vejo deitada com a cabeça no colo da Ironia e olhando para o Sarcasmo que toma um chá e olha para mim como quem diz “eu te avisei, você já sabia de tudo, e mesmo assim abriu a porta quando alguém bateu, se fode aí”. Já a Ironia, nem precisa dizer nada, nunca precisa, apenas acaricia meus cabelos.

Feche os olhos.

Foram tantas coisas ditas e ouvidas, lidas e escritas, e ainda não consigo entender. Fico me olhando no espelho procurando a resposta, um sinal divino, uma palavra, e nada, eu não sei. E o que eu faço quando não tenho mais nada a fazer?! Apenas respiro fundo, guardo tudo dentro da gaveta que menos abro, e transformo esse drama na tentativa frustrada de lidar com apenas mais uma lembrança também, um sonho lindo que a gente constrói, faz planos, promessas, confidências e quando a gente menos espera, vem àquela sensação de queda de um imenso precipício e acorda antes de chegar ao fim. Foram muitas músicas, o engraçado é descobrir que a primeira, também foi a última. E muitas outras que eram alguma coisa, ainda machucam os ouvidos, as mais lindas, que a letras era simples, mas o conjunto de tudo era o que importante, essencial.

Começo e termino, ouvindo The Cure, Bloodflowers o álbum inteiro. Pode até ser que eu poderia ter ouvido outra coisa, mas escolhi The Cure entre tantas outras bandas, pelo simples motivo de eu não ouvir há muito tempo. Para minha surpresa, todas as músicas desse álbum poderia substituir essa pseudo tentativa de desabafo. Tudo bem, eu sei que The Cure é triste, mas na verdade, eu não me importo com isso nesse momento.

Não posso dizer que estou triste, nem que estou feliz. Estou normal. Os últimos acontecimentos, como sempre, foram muito paradoxais, coisas ruins e boas ao mesmo tempo, e eu ainda não sei para onde olhar. Me encontro novamente onde tudo é sempre a mesma coisa, e não sei o motivo, só sei que me sinto um pouco confortável com isso. O resto eu dou um jeito, sempre.

Agora, a felicidade alheia me basta, de verdade, e apenas por enquanto.

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Música (que tem e não tem a ver com o post)

The Raconteurs:

Como a grande maioria das pessoas que são fãs do White Stripes ja tem conhecimento, Jack White adora ter novos projetos. Foi quando em 2005 ele resolveu mostrar a primeira melodia a Brendan Benson. Então nasceu steady as she goes e… Ah, o resto é resto! rs Os outros integrandes se juntaram a banda e outras composições foram surgindo.

A banda de influências de The Doors , The Who, John Lennon, Led Zepellin, Deep Purple entre outras e tem um som muito baseado no rock

O nome Racounteurs foi inspirado nos contadores de história da Idade Média. Recounteurs = narradores.

Bom, só ouvindo o som deles para sentir o felling que a banda possui. A música que eu vou colocar aqui, não é a clichê (steady as she goes) embora eu curta a música e seja a mais famosa, mas vou colocar aqui, a minha preferida.

The Racounteurs – Together

You and me forever
We belong together
And we’ll always endeavor
Throughout any type of weather

You want everything to be just like
The stories that you read but never write
You gotta learn to live and live and learn
You gotta learn to give and waste your term
Or you’ll get burned

You wrote our names down on the sidewalk
The rain came and washed ‘em off
So we should write ‘em again on wet cement
So maybe people a long time from now will know what we meant

You want every morning to be just like
The stories that you read but never write
You gotta learn to live and live and learn
You gotta learn to give and waste your term
My only concern

I’m adding something new to the mixture
So there’s a different hugh to your picture
A different ending to this fairy tale
When the sunset into which we sail

You want everything to be just like
The stories that you read but you can’t write
You gotta learn to live and live and learn
You gotta learn to give and wait your turn
Or you’ll get burned

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“… agimos certo sem querer, foi só o tempo que errou…”

Coisas (nada) Frégeis

Ela queria falar. Ela queria realmente falar. Ela não encontra as palavras. Ela não consegue digerir os fatos. Ela se recolhe, se afasta. Ela tenta entender o que fez de errado. Ela ri tentando não chorar, e chora tentando sorrir. Ela queria que todos fossem azuis, todos… Ela perdebe que aquele azul, ja não é mais um azul tão bonito, tão real. Ela percebe que aquele azul todo, ja não tem mais sentido, aquele azul nunca será mais como era antes, desbotou, encardiu, perdeu todo o colorido que um azul deve ter. Ela fica se perguntando se foi a falta de uso, se guardou por muito tempo aquele azul dentro do armário. Ela enfim, percebeu que aquele azul, janão era mais azul, aquele azul, foi embora.

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Eu queria dizer tantas coisas. Na verdade, eu tenho muitas coisas mesmo para dizer, mas nesse mmento, as palavras estão tão embaralhadas na minha cabeça que eu não ia dizer coisa com coisa. Tá, eu sei que eu nunca digo coisa com coisa, mas eu tomei dano agravado, minha alma ta retalhada e eu já nem sei mais em que parte do corpo esta o coração. Minha razão, prudente como só ela e louca como só eu, pediu que eu me ausentasse.

Eu só queria a minha cama, o meu travesseiro, e o meu pequeno me dando muitos beijos e dormindo abraçadinho comigo, pq pra ele, não importa o tamanho do espaço, que ele se gruda em mim na hora de dormir. Sinto falta dele cheirando meu cabelo, e sinto falta do cheiro do cabelo dele também. Não só do cabelo, mas do corpinho roliço dele, das dobrinhas, do sorriso espaçado, das caretas, brincadeiras, sapequices… Só ele, e mais nada, nem ninguém.

Hoje me perguntaram, se eu soubesse “manhã” de tudo que eu iria passar na vida, se eu faria tudo de novo. Sim, eu faria, sem tirar nem por nada. Com todos os erros e acertos. Com todos os defeitos e qualidade. Apesar de tudo, eu sou feliz, pena que não posso dizer o mesmo de muita gente que eu conheço.  Algumas coisas são tão simples, e a gente complica tudo, sem perceber. Não existem maquinas do tempo, ou tratamentos de esquecimento como em “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”. Imagine como seria a vida sem dor. Digo melhor, pense na vida sem o sofrer, sem a decepção, sem o querer, sem o amor e sem mais um monte de coisas que tornam o mundo real. Não existiriam músicas, poemas, versos, prosas, pensamentos, não existiria nada de interessante. Seriamos robotizados, talvez, não sei. Pavoroso pensar nisso.

Não quero escrever mais. Apaguei o texto gigantesco que eu tinha escrito. Desnecessario, perdi meu tempo, mas tudo bem…

Para o meu pequeno grande homem, pq a saudade tá apertando cada dia que passa:


Marisa Monte – Mais uma vez

Mais uma vez eu vou te deixar
Mas eu volto logo pra te ver
Vou com saudades no meu coração

Mando notícias de algum lugar…

Eu sei, que muitas vezes te fiz esperar demais
Mas mesmo na distância o meu pensamento voa longe demais
Fico imaginando você sofrendo na solidão

Uoouuuu

Quando eu vou deitar penso em você em seu quarto dormindo

Ahhhh

Longe de você meu bem, longe da alegria
Longe de você meu bem, longe do nosso lar …. (2x)

Mais uma vez eu vou te deixar
Mas eu volto logo pra te ver
To com saudades no meu coração

Mando notícias de algum lugar…

Eu sei, que muitas vezes te fiz esperar de mais
Mas mesmo na distância o meu pensamento voa longe demais
Fico imaginando você sofrendo na solidão

Uoouuuu

Quando eu vou deitar penso em você em seu quarto dormindo

Ahhhh

Longe de você meu bem, longe da alegria
Longe de você meu bem, longe do nosso lar …. (2x)
Mais uma vez…

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