I want you…

Ta… é o meu 3º post e eu coloco novamente um título que tb é o título de uma música, ou de várias né?! Impressionante como tem música com “I want” alguma coisa, ou alguma coisa “I want” e por ai vai… Isso significa então que querer é um bom tema para musicas?! Acho que sim.

Mudando, mas não totalmente de assunto…

Responda-me uma coisa; você é ciumento (a)? Mas seja sincero (a) comigo, e com você mesmo(a). Não é difícil, é só dizer sim ou não, talvez ou mais ou menos, depende, enfim, só seja sincero (a). Agora, antes de responder, questione-se sobre o que é sentir ciúme.

Dicionário: Ciúme; 1 sentimento de posse relativo à pessoa amada, 2 inveja…

Estava eu aqui, lendo textos na internet sobre o ciúme, e pensei se me daria o trabalho de escrever o meu próprio texto sobre ciúme, ou se copiaria de alguma fonte, conclusão: Meus neurônios fervem por vocês!

Ok. Certo. Vamos lá. ODEIO com todas as minhas forças me sentir insegura, e saber que aquele sentimento de posse ridículo toma conta de mim. Logo eu que amo a minha liberdade, meu espaço e coisas do gênero. O ciumento vê tudo de uma forma piorada, ou dramática, faz de uma gota um oceano inteiro. Ta certo que existem vários tipos de ciúme, e vários tipos de intensidade, não to colocando isso “na mesa”. O fato é sentir ciúme, não controlar aquela coisinha que formiga dentro de você, que te faz pensar coisas e mais coisas, faz com que você se sinta a mosca do cocô do cavalo do bandido, ou não se sentir querido (a).

Eu tenho vários ciúmes, dos amigos, do coração, e da família Nesse momento, eu sinto vontade de comer os cotovelos por não poder fazer nada com o meu ciúme, por que nem engoli-lo eu to conseguindo. Pode ser bobeira, drama, o que for… quem nunca foi ciumento, que atire a primeira pedra, mas vamos dizer que eu elevei o meu ciúme a um novo nível, a mistura fatal dele com a saudade. Aí, tem aquele ditado, “quem procura, acha“, certo? Aí eu vou lendo, e me rasgando por coisas que talvez não existam mais, mas que fizeram parte de um presente e aquilo vai me dando uma coisa aqui dentro, uma dor desnecessária, tudo por que eu apertei de novo o botãozinho da insegurança e…

(ai eu paro, respiro fundo sem querer junto com a Fiona Apple antes de ela terminar a música…)

Ciúme é uma merda, porém necessário para alguns que dizem que é o tempero da relação, que é como se demonstra carinho (isso é meio estranho, mas é verdade). Pense assim, se o seu namorado (a) não sente ciúme de você não necessariamente significa que ele (a) não goste de você, que não te ame. Cada pessoa é de um jeito, uns mais exagerados, outros mais contidos, mas TODO MUNDO SENTE CIÚME. Não existe um ser humano, passivo de erro, que vive sem sentimentos, e sem ciúme, e sem um bando de sentimentos que estão acorrentados a esse meio. É normal, só isso, certo?!

Eu acredito que se você é ciumento de mais, exagerado, deve se amar mais, e nem adianta vir com aquele papo de “eu me amo” por que não to dizendo que você não se ame. Tem que confiar mais em você, e nos seus princípios. Se o seu ciúme tiver um fundamento, talvez aquela pessoa não te mereça ou sei lá, ja tô perdendo o raciocínio.

Enfim. Sentir ciúme excessivo não é legal, não faz bem pro outro, nem pra gente. Mais fácil, é tentar conviver com tudo isso, aliado a saudade (no meu caso) se torna uma bomba caseira, com detonador preso no meio dos dedos, pronto para ser ativado, Isso significa que eu tenho que ficar com o dedo parado, se não eu falo o que quero, escuto o que não quero, e coisas do gênero, e isso (novamente) não é legal! 😀

Eu amo, de uma forma nova, saudosa,  dolorida e não repetitiva. Intenso de mais, para não ser verdadeiro. Verdadeiro de mais para não ser sincero, e sincero de mais, para não ser fiel as minhas convicções de vida.

Sentir saudade é uma merda, sentir ciúme é uma merda pior ainda, enfim, TODOS NÓS SOMOS ASSIM! E chega. Se quiser uma definição mais psicológica e bem escrita sobre ciúme, procure no Google como eu fiz, mas no final do post eu coloco uns links pros possíveis preguiçosos.

E a música tema da vez é… Sem explicações. Total feeling da mocinha que se expressa muito bem enquanto canta, e me encantou com tanta emoção.

Fiona Apple – I want you (Elvis Costello cover)

“Oh my baby baby I love you more than I can tell
I don’t think I can live without you
And I know that I never will
Oh my baby baby I want you so it scares me to death
I can’t say anymore than “I love you”
Everything else is a waste of breath
I want you
You’ve had your fun you don’t get well no more
I want you
Your fingernails go dragging down the wall
Be careful darling you might fall
I want you
I woke up and one of us was crying
I want you…”

Links –

http://gballone.sites.uol.com.br/voce/ciume.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%BAme

E por ai vai… Coloca “ciúme” no Google que aparece muita coisa…

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Ja não tenho mais hematômas…

Já não tem mais hematomas… Nem marcas de dedos e mãos, nem arranhões, nem sinais de violência, nem marcas de dentes, nem nada. Qualquer pessoa que estivesse, talvez, no meu lugar, ficaria feliz em estar dizendo isso, mas não eu. Preferia estar toda roxa, ou vermelha.

Masoquismo? De certa forma, sim. Mas acho que seria melhor dizer que isso tudo é excesso de carinho. Eu gostava dos tapas e apertões, e eles (Ela e Eles) de me “maltratar”. Eles, sádicos, eu, masoquista. Combinação perigosa?! Não, feliz. Não que eu precise dos roxos e vermelhos na pele para me lembrar dos momentos divertidos que passamos juntos, mas sei lá, não tem explicação. Aliás, essa viagem está cheia de acontecimentos sem explicação.

Que viagem?! Cheguei de Salvador dia 27 e por mim, nem teria saído de lá.

Resumindo: aquela cidade é mágica, isso é um fato. Cada cantinho que eu conheci transpira felicidade, exala alegria, tem cheiro ou essência de amor, seja lá qual espécie de amor que seja. Voltei de lá apaixonada. Praias de águas transparentes, quase piscinas, lugares lindos, o pôr-do-sol mais lindo, enfim, sem explicação, ou tem e eu não estou sabendo e ou querendo me expressar muito bem.

Conheci pessoas maravilhosas. Reencontrei amigos. Com eles reforcei laços eternos de amizade, fidelidade, amor. Cada rodada de pôquer que eu dava azar pra alguém, ou assistindo ao grande mestre narrando uma pequena e velha historia de seres noturnos e fantasiosos ficaram na minha memória.

A grande mãe / irmã / amiga / mulher cozinhando ou simplesmente falando sobre o que sabe, me deixando hipnotizada e orgulhosa da pseudo divergência de opiniões sobre qual e quem escrevia sobre algo que ambos admiravam em seus  autores preferidos.

O Devasso e o Casanova, a dupla perfeita, inseparáveis, queridos, meus meninos, meus amigos, meu companheiros de Heineken gelada, sinuca seguida de assalto, visita onde tocava Raul cover, praias…

Com meu Devasso, confidências, momentos de co-pilota escolhendo o que ouviríamos ou conversando sobre “o que fazer” e “te amo cara, e vou sentir sua falta demais da conta”. Aquele que me defendeu, como se defende a uma irmã. O meu degustador de Devassas preferido.

Com meu Casanova, foi de cara um “quanta prepotência” ou “humildade passa longe”, e depois “ai que fofo, ele ama crianças” ou “desde os 3 anos, quando comecei, ate ter que parar, foram 18 anos, aquilo era a minha vida…”. A paixão no olhar em falar das coisas da vida, das malandragens, molequices, da família, dos grandes amores que são os amigos, do monstro, livros, quadrinhos, tudo. Com muitas lágrimas, dendê, pimenta, e uma pitadinha de bom humor, talvez eu tenha descoberto uma nova receita de como se admirar e amar alguém em 10 dias.

A pequena Elfa e seus desejos incontroláveis de se vingar de um amigo malandrinho, diretor de peças teatrais pecaminosas. A fotógrafa do ensaio zenzual, não sei…posso estar exagerando, mas acho que ganhei uma irmã, e ela vai ganhar um sobrinho(a) da maior ex-periguete de Salvador. Dona Elfa e seu Herói com boa memória e banca da mesa de poker. Foram bons os conselhos, as conversas, as dicas, minha pequena Flor de Lis

A menina puritana que não falava palavrões e voltou para sua terra mais dirty, mais querida…Com certeza. Minha companheira de caipirinhas! me diverti dando sustos nela…

Ganhei um pai, que colocou meu ego nas alturas quando disse que eu era 24 horas de mulher para 5 horas de homem. Foi um amor, um super pai mesmo, que mora no meu coração.

Alias, meu coração é bem grande. Percebe-se né?

Cada lugar que conheci, cada história, cada momento… inesquecíveis, nada naquele lugar foi ruim, nem o boxe apertado, nem a cozinha e a sala bagunçadas, nem as cervejas caindo no meu pé, nem mesmo quando o Doritos acabou… Aliás, alguém disse que pra me deixar feliz, ia comprar um balde de Doritos pra mim… mas me deu Bis de chocolate branco, então tá tudo certo.

Sabe, tudo na minha vida, que vem fácil, vai embora fácil, então aprendi a dar valor a cada esforço que eu faço para conseguir o que eu quero. Talvez demore para nos encontrarmos de novo, mas quando isso acontecer de novo, vai ser lindo, vai ser perfeito, e talvez, será pra sempre. Infelizmente eu pequei por não ser baiana, mas como eu disse, se eu fosse baiana, não teria graça lutar pra ficar juntos.

Eu vivo uma saudade, trouxe comigo uma paixão/ amor,  lembranças materias e físicas, mas, Eu já não tenho mais hematomas…

Ah, já ia me esquecendo… Pra variar, a viagem teve várias músicas tema, na verdade, cada personagem tem a sua música, mas a minha preferida:


Não importa se estamos em Salvador, em São Vicente, No Rio de Janeiro, ou em Nantes. O importante, é “aquele” sorriso…