Indas e Vindas do Amor

Sabe, a vida é engraçada. Hoje eu resolvi não sair, minha pseudo inspiração foi jogada pelo ralo do chuveiro, espantei o sono e decidi assistir um filme. Olhei nos meus downloads o que eu ainda não tinha assistido e bati de frente com Indas e Vindas do Amor. Pensei comigo: “ah, vai ser bom para distrair, dar sono e é mais um filme legal…” e realmente foi, só que tem um porém, consegui me surpreender no final (sendo que eu tenho uma péssima mania de adivinhas o fim dos filmes, ansiedade é um caso sério, eu sei).

Indas e Vindas do Amor conta a história de um dia dos namorados na vida de muitos casais e/ou pessoas diferentes. No estilo Simplesmente Amor e Nova York, Eu Te Amo, o filme me prendeu até o fim, é engraçado, e o final foi emocionante por uma parte em especial (e só quem me conhece e ja assistiu o filme pode matar a charada).

O longa conta com a participação de muitas estrelas, mas admito que meus preferidos são  Ashton Kutcher, Eric Dane, Julia Roberts, Anne Hathaway e Jennifer Garner… não necessariamente nessa mesma ordem. rs

O filme me surpreendeu porque não é um filme espetacular, é um filme simples, engraçado como toda comédia romântica boa e me fez parar para pensar na vida. Pois todos nós passamos por indas e vindas no amor. As pessoas gostam de ter alguém para chamar de seu. eu sei que isso é brega, mas é verdade. É bom se ter alguém para ficar chamegando na cama sem noção de hora trocando risos, como é bom ter alguém para ir ao cinema e/ou jantar fora, é bom dar e receber presente independente de se hoje é ou não dia dos namorados. Mas existem aqueles que, por comodismo ou não, gostam de estar sozinhas (eu). Não que eu não sinta falta de ter alguém, porque eu sinto, mas por enquanto eu me basto! Sim, mania de autosuficiencia, mas eu acho isso de depender sentimentalmente de alguém muito piegas, e eu não ando muito piegas ultimamente.

O filme trata de muito mais além relacionamentos entre casais, mas o principal, é que fala das várias formas de amar, independente de idade, sexo, cor, profissão e ligação. Sabe aquela coisa de “o amor da sua vida pode ter estado ao seu lado o tempo todo e você só não percebeu por estar ocupado demais tratando ele como nada a mais que seu amigo?!” Pois é, um clichê, mas como eu vi em outro filme (Tudo Pode Dar Certo), eu gosto de clichês!

Ah, a trilha sonora é bem legal também, sem contar a chatinha da Tylor Swift, é claro:

 

1. Taylor Swift – Today Was A Fairy Tale
2. Michael Franti & Spearhead – Say Hey (I Love You)
3. Jools Holland and Jamiroquai – I’m In The Mood For Love
4. Willie Nelson – On The Street Where You Live
5. Sausalito Foxtrot – Everyday
6. Jewel – Stay Here Forever
7. Ben E. King – Amor
8. Amy Winehouse – Cupid
9. Maroon 5 – The Way You Look Tonight
10. Joss Stone – 4 And 20
11. Diane Birch – Valentino
12. Nat King Cole – Te Quiero Dijeste
13. Taylor Swift – Jump Then Fall
14. Black Gold – Shine
15. Steel Magnolia – Keep On Lovin’ You
16. Leighton Meester – Somebody To Love (featuring Robin Thicke)
17. the bird and the bee – I’m Into Something Good
18. Anju Ramapriyam – Signed Sealed Delivered I’m Yours

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Tudo acontece (aqui) em Elizabethtown

Já tinha ouvido muito falar sobre “Tudo acontece em Elizabethtown” antes de estar preparada para assistir. Um dia, qualquer que eu não me lembro, coloquei na TNT e lá estava o filme, bem no começo, dublado. Sentei, me acomodei, e relaxei. Quando o filme acabou, me dei conta do quando me identificava com Claire, a personagem de Kirsten Dunst. Tem parte cena em que ela caminha com Drew, o personagem de Orlando Bloom, em que ela diz na cena da foto abaixo:

Claire: Você e eu temos um talento especial, e eu percebi isso imediatamente!
Drew: Diga-me.
Claire: Nós somos pessoas substitutas

Bom… Identifico-me com a Claire por ela ser espontânea, ser ótima em consolar os outros, e por ela se sentir uma pessoa substituta na vida das pessoas, alguém que fica por um tempo determinado na vida de alguém, e depois ou eu me vou da vida dessa pessoa, ou essa pessoa se vai da minha vida, com possibilidades pouco prováveis de um encontro aleatório na rua. Sabe aquilo de ser importante para alguém em algum momento e depois, por algum motivo ou por motivo nenhum, não ser mais?! Tudo bem que nem nossa família fica na nossa vida para sempre, mas eu não consigo administrar isso na minha cabeça às vezes (ou sempre), mas isso de deletar alguém da sua vida, por ela ter passado, é muito complexo, não sei. Ando muito contemplativa ultimamente, até demais pro meu gosto.

ENFIM! Elizabethtown é um filme lindo, delicado, que mostra como toda família no fundo é, um se mete na vida do outro, no fundo no fundo, todo mundo se ajuda, uma relação hipócrita e genuinamente familiar. A diferença é que aqui, os velórios são mais tristes e intensos, acho que temos formas diferentes de sofrer por alguém que partiu, só isso.

A trilha sonora também é muito boa:

Volume 1

  1. It’ll All Work Out – Tom Petty and the Heartbreakers
  2. My Father’s Gun – Elton John
  3. IO (This Time Around) – Helen Stellar
  4. Come
  5. 60B (Etown Theme) – Nancy Wilson
  6. Pick Me Up – Ryan Adams
  7. Where to Begin – My Morning Jacket
  8. Long Ride Home – Patty Griffin
  9. Sugar Blue – Jeff Finlin
  10. Don’t I Hold You – Wheat
  11. Shut Us Down – Lindsey Buckingham
  12. Let It Out (Let It All Hang Out) – The Hombres
  13. Hard Times (Come Again No More) – Eastmountainsouth
  14. Jesus Was A Cross Maker – The Hollies
  15. Square One – Tom Petty
  16. Same In Any Language – I Nine

Volume 2

  1. Learning to Fly – Tom Petty and the Heartbreakers
  2. English Girls Approximately – Ryan Adams
  3. Jesus Was A Crossmaker – Rachael Yamagata
  4. Funky Nassau Pt. 1 – Beginning of the End
  5. Loro – Pinback
  6. Moon River – Patty Griffin
  7. Summerlong – Kathleen Edwards
  8. …Passing By – Ulrich Schnauss
  9. You Can’t Hurry Love – The Concretes
  10. River Road – Nancy Wilson
  11. Same in Any Language – Ruckus
  12. What Are They Doing in Heaven Today – Washington Phillips
  13. Words – Ryan Adams
  14. Big Love (Live)- Lindsey Buckingham
  15. I Can’t Get Next To You – The Temptations

Recomendo procurar e baixar a trilha, é linda, doce.

Bom, quero deixar bem claro que não estou aqui para fazer resenha de filme nenhum. Só estou mostrando o meu ponto de vista sobre o filme, e acho que Elizabethtown é um filme que todos deveriam assistir um dia.

Sexta-feira(s)

Há algum tempo que que toda sexta-feira me junto com alguns amigos e sentamos pra comemorar a chegada do final de semana. Na última sexta dia 16, enquanto conversava, me dei conta da enorme quantidade de cantores que eu aboli do meu último ano pelo simples e estúpido fato de me trazer uma lembrança ruim. Entre alguns desses cantores, estava um dos meus preferidos, Lenine. Descobri que eu não tenho quase nada dele aqui no meu PC, fiquei frustrada por ter deletado. Nos lembramos enquanto conversavamos d música “miedo”, que ele gravou com a fofíssima da Julieta Venegas, uma cantora mexicana que infelizmente é pouco conhecida no Brasil por seu trabalho, mas tem uma música gravou uma música om a Marisa Monte, que também é outra cantora que eu gosto muito de ouvir e canto uma música dela em especial toda noite pro meu pequeno dormir.

Mas, voltando a falar de Lenine, eu pergunto à você que esta perdendo o seu valioso tempo “me lendo” agora: Qual a música que mais te marcou, ou que você mais ouviu, que você gosta mais, ou te lembra alguma situação especial (seja ela boa ou ruim), ou alguém?!

Eu tenho uma, que na minha opinião, é a mais linda, mesmo sabendo que vou cair num clichê popular. Sim, paciência, que eu estou obviamente ouvindo repetidamente enquanto escrevo esse post, e que ja ja estarei terminando pois até para mim, existe limite para o meu masoquisto sentimental.

O que acontece, é que essa música tem nome, sobrenome, RG, CPF, endereço e por ai vai… e eu?! literalmente finjo ter paciencia… Não que faça alguma diferença na minha vida hoje, mas nem só de hoje se vive, e nem só de amanhãs se tem esperança. Foi apenas uma lembrança, como eu disse, boa ou ruim, são apenas lembranças.

É claro que ele tem mais trocentas músicas que podem até ser muito mais bonitas do que essa, que eu sei, mas essa fatalmente foi a que mais me marcou.

Lenine – Paciência

“Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára…

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara…

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência…

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não…

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não…

A vida não pára…”

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ATENÇÃO: Estou procurando emprego sem carteira assinada, ou um milagroso estágio para uma estudante de Comunicação Social no 1º período. Se algiém souber de algo, POR FAVOR, me manda um e-mail: karyn1306@gmail.com. OBRIGADA desde já.

Fast…

Então… tô analisando aqui algumas idéias, decidindo algumas coisinhas, colocando alguns “pingos nos is” para continuar algo que começou em dupla, mas vai ser terminado só por mim.

Uma pena, mas tenho certeza que minha antiga dupla terá orgulho até mesmo de algumas mudanças que to fazendo.

Fora isso, tem a faculdade, que tem me deixado feliz, mesmo a dúvida batendo na minha porta, não só quanto a instituição, quanto ao curso em si. Entrei para fazer JORNALISMO, mas estou cada dia mais apaixonada por PUBLICIDADE. Quando a bifurcação chegar, eu me resolvo!

Amanhã, começo de uma nova semana, com gosto de TUDO novo. Tô feliz…

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Se eu sumir de novo, é pq to sem internet!

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O blog tem tido muitos acessos, MUITOS. Mesmo ninguém comentando, recebi uns 5 e-mails comentando. Queria agradecer pelos e-mails, e dizer que fico feliz que alguém leia as porcarias que eu escrevo! rs

o e-mail é karyn1306@gmail.com

Pode mandar e-mail, mas nada de sacanagem! ¬¬

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Tô na TPM, sensível ao cubo, e na mesma medida, cruel! Mas ando ouvindo mais do memso. Então, Los Hermanos. E é só uma música.

“…mas a solidão, deixa o coração, nesse leva e traz…”

O Beija-Flor e a Borboleta

Era um beija-flor jovem, cheio de energia e despreparado para a vida. (Os beija-flores vivem 10 anos.) Era uma borboleta recém-nascida e poronta para viver e amar. ( As borboletas daquela espécie vivem três dias.) Borboleta e beija-flor esbarraram-se, sem querer, no ar. Uma energia especial se espalhou em volta deles e comoveu a borboleta. O beija-flor estava preocupada em chupar a flor que lhe dava energia, tinha pressa e nao reparou em nada. Chegou o dia seguinte e a borboleta deu um jeito de posar na flor do beija-flor. Ele, de novo, não reparou que ela suspirava por ele. Veio o terceiro e último dia. A borboleta decidiu gastá-lo, inteirinho, com o beija-flor. Assim, ficou no seu caminho e quando ele apressado, ela se jogou na frente. O beija-flor vinha bem a uns sessenta quilômetros por hora, não teve tempo de parar e… furou a asa azul dela com o bico! A borboleta caiu no chão, suspirou feliz e morreu. O beija-flor apressado, seguiu o seu caminho.

Autora: Diléa Frate

Livro HISTÓRIAS PARA ACORDAR

Estou para postar esse texto ha meses, mas ando tão desanimada, que sempre fico com preguicinha. Me descobri apaixonada por literatura intanfil, acho que foi a maternidade, não sei.

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Ultimamente tenho ouvido muito Radiohead. E a música que não tem saído da minha cabeça é Paranoid Android. Quando eu cismo com uma banda… rs Baixei a discografia da Placebo e to terminando a dos Beatles.

Radiohead – Paranoid Android

Please could you stop the noise, I’m trying to get some rest
From all the unborn chicken voices in my head
What’s that…? (I may be paranoid, but not an android)
What’s that…? (I may be paranoid, but not an android)

When I am king, you will be first against the wall
With your opinion which is of no consequence at all
What’s that…? (I may be paranoid, but no android)
What’s that…? (I may be paranoid, but no android)

Ambition makes you look pretty ugly
Kicking and squealing gucci little piggy
You don’t remember
You don’t remember
Why don’t you remember my name?
Off with his head, man
Off with his head, man
Why don’t you remember my name?
I guess he does….

Rain down, rain down
Come on rain down on me
From a great high
From a great high…high…
Rain down, rain down
Come on rain down on me
From a great high
From a great high… high…
Rain down, rain down
Come on rain down on me

That’s it, sir
You’re leaving
The crackle of pigskin
The dust and the screaming
The yuppies networking
The panic, the vomit
The panic, the vomit
God loves his children, God loves his children, yeah

(500) Dias com ela?

Ou seria (500) Dias comigo? Complicado! Rs

Semana passada fui assistir a esse filme depois de muitas críticas positivas. Sentei durante os trailers ainda, abri minha enorme sacole de guloseimas enquanto esperava o refrigerante. Nas primeiras cenas, eu ja fiquei rindo muito com a semelhança (nada física) entre Summer (Zooey Deschanel) e essa que vos escreve. Pior que eu não fui a única a concordar. O filme inteiro ela faz umas coisas que eu faço, e age da mesma forma que eu para algumas situações, as caras que ela faz, incrível, parece que o filme foi baseado em mim e nas mudanças constantes do meu humor. Admito que, mesmo quando ela é cruel, a diferença é que eu sou mais sincera do que ela, o que me trás grandes problemas às vezes. Sou à favor da sinceridade absoluta. Isso de “mente pra mim, pra me fazer feliz” não combina nem com o que eu sou, nem com o que eu gosto que sejam comigo, só que como eu sempre digo para minha mãe “a gente não pode esperar que as pessoas sejam com a gente da mesma forma que nós somos com elas, isso nunca acontece”.

eu nem sempre fui assim… Mas se eu fosse começar a falar sobre isso, não ia dar muito certo, então voltemos a falar do filme…

O final é surpreendente, e diferente dos filmes convencionais no gênero comédia romântica, o narrador memso diz algo como “…isso não é uma história de amor…”! Enfim, eu super recomendo.

Trailer sem legenda:

Trailer com legenda:

A trilha sonora tb, prato cheio pra quem gosta de The Smiths:

1. A Story of Boy Meets Girl – Mychael Danna and Rob Simonsen
2. Us – Regina Spektor
3. There Is A Light That Never Goes Out – The Smiths
4. Bad Kids – Black Lips
5. Please, Please, Please Let Me Get What I Want – The Smiths
6. There Goes The Fear – Doves
7. You Make My Dreams – Hall & Oates
8. Sweet Disposition – The Temper Trap
9. Quelqu’un M’a Dit – Carla Bruni
10. Mushaboom – Feist
11. Hero – Regina Spektor
12. Bookends – Simon & Garfunkel
13. Vagabond – Wolfmother
14. She’s Got You High – Mumm-Ra
15. Here Comes Your Man – Meaghan Smith
16. Please, Please, Please Let Me Get What I Want – She & Him


Ps. Eu gostaria MUITO de uma camiseta promocional igual a que ele ta usando na foto! >.<

Bonequinho de aço

Dias corridos, tensos. Histórias mal resolvidas, pseudo pontos finais, coisas que eu realmente não conseguia entender. Quando eu achei que a calmaria fosse ficar,  após o termino de uma conversa aleatória, um terremoto começou.

Meu filho passou a madrugada de domingo para segunda vomitando de meia e meia hora. Pela manhã, deu uma acalmada, e eu achei que tudo ia ficar bem, quando voltou a vomitar. Corremos pro hospital. Resumindo: entre triagem, consulta, leito de emergência e internação até ele ter alta, foram 3 dias. Eu cheguei com ele na emergência do Quinta D’or eram mais ou menos 12:30 e só saí de lá no mesmo horário do dia seguinte, meio que à força pra poder almoçar e dormir. Almocei, mas não consegui dormir direito, preocupada com ele, mesmo ele estando em boa companhia. Ele ja estava internado, mas ainda estava em um leito na emergência, devido a falta de quartos no andar da pediatria, em sua grande maioria, pelos mesmos motivos que levaram meu pequeno pra lá: Gastroenterite

Depois de noites sem dormir, ele ja voltou para a aula hoje e esta muito bem, porém um pouco abatido, mas correndo e se divertindo, nem paree que ontem memso estava internado, colhendo sangue e com um acesso de soro glicosado na veia.

Sem mais detalhes, pois estou extremamente cansada. Não sei como, só consigo postar quando ja são quase 3 da manhã.

 

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Bom, fui ajudar e fazer companhia a uma pessoinha muito especial semana passada em um trabalho que ele fez como fotógrafo de uma peça chamada “Sonata dos Loucos”. Aproveitei, e fiz umas fotos também com a camera do meu celular.

 

Clicke aqui para ver as fotos 🙂

Já já, se tudo der certo, eu compro a minha camera!

 

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Mudando “um pouco” de assunto…

 

Quando eu tinha uns 9 anos, meu pa me ensinou a cantar uma música, uma moda de viola, e eu nunca mais esqueci. Esse ano, enjoada de cantar as mesmas músicas pro meu pequeno dormir, resolvi cantar a tal moda de viola. O que aconteceu, foi que ele aprendeu a cantar a música inteirinha com seus 4 aninhos, e eu tenho que cantar todo dia a mesma música pra ele poder dormir, se não dá até briga.

 

 

Sérgio Reis – Casinha Branca

 

Fiz uma casinha branca
Lá no pé da serra
Prá nós dois morar
Fica perto da barranca
Do Rio Paraná
A paisagem é uma beleza
Eu tenho certeza
Você vai gostar
Fiz uma capela
Bem do lado da janela
Prá nós dois rezar
Quando for dia de festa
Você veste o seu vestido de algodão
Quebro meu chapéu na testa
Para arrematar as coisas do leilão
Satisfeito eu vou levar
Você de braço dado
Atrás da procissão
Vou com meu terno riscado
Uma flor do lado e meu chapéu na mão
Vou com meu terno riscado
Uma flor do lado e meu chapéu na mão.


 

 

 

😉

Lembranças boas, apesar dos pesares… Obrigada Mãe, por tudo!